Sou crente no Senhor Jesus há mais de vinte anos. Freqüentei pequenas e grandes igrejas e em algumas ocupei cargos de liderança. Preguei sermões em diversas igrejas de denominações diversas. E o que discorro aqui o faço sem qualquer receio de equívoco.
Nos dias atuais, há um punhado de pastores no meio evangélico que têm se escondido atrás do título de "ungido" do Senhor. Não suportam ser contestados, não admitem divergências de opiniões.
Literalmente arrancam os cabelos (de tanto correr os dedos por entre eles energica e desesperadamente), esbravejam e até mesmo, pasmem, expulsam da respectiva igreja os divergentes caso não haja consenso de idéias.
Se acham prediletos do Senhor. Acreditam que em suas igrejas não há ninguém mais, além deles próprios, vocacionado por Deus para a mesma função ou ministério que o deles com a mesma capacidade, apesar de já terem lido alguma vêz a Espístola aos Efésios, capítulo 4:11, onde mostra a vocação divina no plural: "E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres."
Neste mesmo sentido, 1Co 12:28 - "A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas."
A escolha de Matias, constante do Livro de Atos 1:15-26; a instituição dos diáconos em Atos 6:1-5, e outras tantas ocorrências por todo o Nôvo Testamento, nos mostram a participação da igreja nas decisões a ela pertinentes, havendo evidentemente sugestões e opiniões diversas e o consenso final.
A liderança verdadeira, a autoridade e o respeito vêm da vontade de Deus sobre aquele que não vê um rebanho como marionetes.
Nos dias atuais, há um punhado de pastores no meio evangélico que têm se escondido atrás do título de "ungido" do Senhor. Não suportam ser contestados, não admitem divergências de opiniões.
Literalmente arrancam os cabelos (de tanto correr os dedos por entre eles energica e desesperadamente), esbravejam e até mesmo, pasmem, expulsam da respectiva igreja os divergentes caso não haja consenso de idéias.
Se acham prediletos do Senhor. Acreditam que em suas igrejas não há ninguém mais, além deles próprios, vocacionado por Deus para a mesma função ou ministério que o deles com a mesma capacidade, apesar de já terem lido alguma vêz a Espístola aos Efésios, capítulo 4:11, onde mostra a vocação divina no plural: "E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres."
Neste mesmo sentido, 1Co 12:28 - "A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas."
A escolha de Matias, constante do Livro de Atos 1:15-26; a instituição dos diáconos em Atos 6:1-5, e outras tantas ocorrências por todo o Nôvo Testamento, nos mostram a participação da igreja nas decisões a ela pertinentes, havendo evidentemente sugestões e opiniões diversas e o consenso final.
A liderança verdadeira, a autoridade e o respeito vêm da vontade de Deus sobre aquele que não vê um rebanho como marionetes.
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