sábado, 30 de janeiro de 2010

REENCARNAÇÃO, SIM OU NÃO?

Se perguntarmos a uma pessoa que acredita em reencarnação se ela acredita em Deus, sua resposta será sim. Se perguntarmos se conhece ou já leu a Bíblia, a resposta também será sim, na maior parte dos reencarnacionistas que forem perguntados. Isto, porque, os reencarnacionistas tiram da Bíblia textos isolados para fundamentarem sua crença na reencarnação.
Acredito que, se os reencanacionistas aceitarem fazer um estudo não tendencioso da Bíblia, compreenderão que esta não apoia tal teoria, ao contrário, a rejeita. Se não vejamos:

"E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus" (Jo 9:1-3).

Quando os discípulos de Jesus perguntaram-lhe quem havia pecado, se o cego de nascença ou seus pais, a questão não era sobre reencarnação, pois tal doutrina não conquistou espaço no Oriente Médio, mas, porque o segundo mandamento do Decálogo registra que Deus visita a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que aborrecem a Deus:
"Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem" (Êx 20:5).
Esse mandamento reaparece em Deuteronômio 5:9. Isso não se aplica aos cristãos, pois quando alguém se converte a Cristo, deixa de aborrecer a Deus, tornando-se uma nova criatura:
"Se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo" (2Co 5:17).

Havia em Israel um provérbio muito antigo: "Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram" (Ez 18:2), que os hebreus usavam para lançar a culpa de seus pecados nos antepassados. "Uvas verdes" são os pecados e, os "dentes embotados" são a consequência deles. Deus, porém, proibiu esse dito em Israel (Ez 18:2, 3). Todo o capítulo 18 de Ezequiel gira em torno da responsabilidade individual do homem diante de Deus:

"A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele" (Ez 18:20).
A pergunta dos discípulos de Jesus sobre quem teria pecado, o cego de nascença ou os seus pais, girava em torno dessa questão e não da reencarnação. A resposta de Jesus não deixou brecha para especulações reencarnacionistas, ele explicou:
"Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus" (Jo 9:3) - Heresias e Modismos. ESEQUIAS SOARES. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, RJ, 2006, págs. 142, 143 -.

Para que fique mais claro ainda, a Bíblia nos fala em Hebreus 9:27 que "Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo".
Após o juízo, passarão para uma vida eterna no Reino de Deus ou passarão para uma eternidade de tormento. Isto vai depender da escolha feita em vida: recebendo a Jesus Cristo como Salvador, vida eterna no Reino de Deus; rejeitando a Jesus Cristo, eternidade em grande tormenta.
"O diabo, o sedutor deles, foi lançado dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos...E, se algém não foi achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo" (Apocalípse 20:10, 15).
Fora do Reino de Deus ficam "os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira" (Apocalípse 22:15).


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

DEUS CHAMA HOMENS E MULHERES

"O bom líder é aquele que não deseja se perpetuar numa função, mas reconhece a importância e a necessidade de, em algum momento, fazer um rodízio até para dinamizar a realização do trabalho. Um bom líder não guarda consigo seus dados, conhecimentos e experiências, mas transfere informações, ensina seus caminhos e metodologias para o êxito na tarefa de liderar, ajuda o outro a construir sabiamente seu próprio conhecimento em busca de uma ação eficaz na tarefa de liderar. Sim, precisamos de líderes! Deus, em sua bondade e sabedoria, tem chamado mulheres e homens para servirem como líderes de seu povo nas mais diversas áreas da vida, seja eclesiástica ou não" (Revista Compromisso, Editora JUERP, RJ, 2009, pág. 4).

Apesar de muitos líderes evangélicos, e uma parte desse povo, não a maioria, ser contra a mulher em cargo eclesiástico, a verdade é que, mediante um estudo da Bíblia, desprendido de preconceitos ou parcialidades, será de fácil percepção a presença de mulheres na liderança eclesiástica, não só no Antigo Testamento como também no Novo Testamento.
Porque os preconceituosos ficam mais com o Novo Testamento, analisemos apenas os textos deste; alguns dentre muitos outros.
Atos 18:1, 2, 24, 26 -"Depois disto, deixando Paulo Atenas, partiu para Corinto. Lá, encontrou certo judeu chamado Áquila, natural do Ponto, recentemente chegado da Itália, com Priscila, sua mulher...Nesse meio tempo, chegou à Éfeso um judeu, natural de Alexandria, chamado Apolo, homem eloquente e poderoso nas Escrituras. Era ele instruído no caminho do Senhor; e, sendo fervoroso de espírito, falava e ensinava com precisão a respeito de Jesus, conhecendo apenas o batismo de João. Ele, pois, começou a falar ousadamente na sinagoga. Ouvindo-o, porém, Priscila e Áquila, tomaram-no consigo e, com mais exatidão, lhe expuseram o caminho de Deus". Note que, embora sendo Apolo um pregador eloquente e poderoso nas Escrituras, houve necessidade de ser ministrado por um casal, sendo o homem judeu e a mulher gentia (não judia ou estrangeira), e a iniciativa pariu da mulher, segundo o texto "Priscila e Áquila". Assim como a mensagem de Apolo era incompleta, pois conhecia apenas o batismo de João, e por isso teve de ser ministrado por Priscila e seu marido Áquila, muitos pregadores da atualidade deixam a desejar e são superados por uma pregadora. Reconheça, nem todos conhecem o suficiente e, são muitas as pastoras e diaconisas que desempenham com eficiência o seu ministério.

Mulheres tão eficientes na obra que, Paulo chega a recomendá-las em Romanos 16:1, 3, 12 -"Recomendo-vos a nossa irmã Febe, que está servindo à igreja de Cencréia...Saudai Priscila e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus...Saudai Trifena e Trifosa, as quais trabalhavam no Senhor. Saudai a estimada Pérside, que também muito trabalhou no Senhor".
Outros textos que apoiam mulheres em cargos eclesiásticos: Romanos 12:5 a 8 - "Assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros..."
Efésios 4:6 - "Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos" (destaquei).
Colossenses 3:11 - "No qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos" (destaquei).

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PASTOR MEDÍOCRE

Conforme dicionário da língua portuguesa:
Medíocre significa de pouco valor, vulgar.
Vulgar significa banal, baixo, reles.
Reles significa muito ordinário, desprezível.

Então, pastor medíocre é aquele de pouco valor para Deus e sua obra. Não que não tenha valor algum, mas, que tem muito pouco. É o pastor cuja igreja se apresenta fraca espiritualmente, e até materialmente, já que não dá liberdade para o agir do Espírito Santo.

Pastor medíocre é aquele que se diz renovado, no entanto não acredita nos dons do Espírito Santo para os dias de hoje. Se diz renovado, porém, adverte a irmandade para não participar de vigílias na casa de um irmão, mesmo que este seja da mesma igreja, nem em vigílias ou orações no monte; que diz que não se deve buscar os dons ou enchimento do Espírito Santo. Não apoia e muito menos participa de eventos evangelísticos com os membros. Que, se diz ter nascido em berço evangélico; que tem vinte anos de ministério, no entanto deixa a desejar quando permite que alguns membros da igreja, que ocupam cargos de liderança, usem kippar na cabeça, e preguem no púlpito de kippar.
"Outrora, porém, não conhecendo a Deus, servíeis a deuses que, por natureza, não o são; mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco" (Gl 4:8-11).

Medíocre, também, é o pastor que diz a um membro: "Deus não falou comigo, não confirmou para mim o seu chamado. Se Deus falou com voce, ele tem que falar comigo também".

É muita medíocridade. Afinal, Deus não tem que dar satisfação a ninguém quando chama a outro alguém. Muito menos quando se trata de um pastor infiel ao cristianismo, que se diz convertido há anos, mas permite na igreja a prática de coisas da lei.
Nas referências bíblicas a seguir, vemos os chamados de Deus, no Antigo e Novo Testamentos, sem comunicar antes a terceiros.
Moisés - Êx 3:10; Samuel - 1Sm 3:4-18; Isaías - Is 6:8; Jeremias - Jr 1:4-10; Ezequiel - Ez 2:2-7; Jonas Jn 1:1-2; Paulo - Gl 1:10-17.
Há que se observar, quanto ao chamado de alguém, o que diz em Atos 5:38: "Agora, vos digo: dai de mão a estes homens, deixai-os; porque, se este conselho ou esta obra vem de homens, perecerá; mas, se é de Deus, não podereis destruí-los, para que não sejais, porventura, achados lutando contra Deus".
Observe-se, também, o que Jesus disse: "Porque pelo fruto se conhece a árvore" (Mt 12:33).

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

MINISTÉRIO PASTORAL NA SUCESSÃO HEREDITÁRIA, É DE DEUS?

Ministério pastoral na sucessão hereditária é a mesma coisa que o ministério pastoral de pai para filho. É, assim como numa empresa o presidente, o diretor prepara seu filho (a) para o suceder, para substituí-lo ou para dirigir juntos a empresa, muitos pastores fazem o mesmo, isto é, preparam seus filhos para substituí-los ou para dirigir, pastorear juntos o rebanho de Deus.

Esta transmissão sucessória é de Deus?
Penso que, assim como a salvação, o chamado pastoral é pessoal e intranferível.
Explicando melhor. Ninguém pode salvar-se a si próprio e nem a outrem. Só Jesus salva!
O que uma pessoa pode e deve fazer como crente é falar de Jesus e do plano da salvação, para que o não crente se decida converter-se ou não.
Também a vocação pastoral é dom que vem de Deus. Deus é quem vocaciona, chama alguém para pastorear seu rebanho. E a pessoa que recebe o chamado pode decidir aceitá-lo ou não. É evidente que toda escolha tem uma consequência.

Não que Deus não possa chamar pai e filho para o ministério pastoral, o que digo é que não vemos tal coisa na Bíblia, em especial no Novo Testamento.
No Livro de Atos dos Apóstolos, considerado livro da história da Igreja, não vemos os apóstolos fazerem de seus filhos outros apóstolos ou ministros da Palavra.
Em razão disto, não parece correto um pastor querer, por vontade própria, fazer de seu filho outro pastor, seu sucessor, ou separar a quem lhe convir. Se Deus não está no negócio, não haverá unção, apenas capricho e ou profissionalismo.
É Deus quem faz o chamado e quem dá a unção necessária ao ministério.
"Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança" (Tiago 1:17)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

HIPOCRISIA CRISTÃ

Segundo o dicionário "LUFT", hipocrisia significa fingimento, simulação, falsidade.
E conforme este mesmo dicionário, o termo cristão refere-se à pessoa que foi batizada, crê e professa o cristianismo.

Assim, falando de hipocrisia cristã, estamos falando de falsidade cristã, falso crente, falsidade na igreja.
Exemplo? Vejamos:
Eu e minha família éramos membros de uma igreja há aproximadamente 8 anos. Se não todos (porque não podemos agradar 100%), a maioria dos demais membros relacionavam conosco com graça e paz, abraços, sorrisos e apoios para nossas falas, quando era o caso.
Por motivo de convicção ministerial e motivos relacionados, motivos estes do conhecimento da maioria acima referida e também dos meus colegas do tempo de seminário teológico, que certamente lerão esta matéria, tivemos que ir para outra igreja.
A partir desse acontecimento, todos os irmãos da igreja da qual saímos, quando nos vêm, se portam como estranhos. Como se não fôssemos mais seus irmãos na fé. Quando não dá para evitar o encontro, fazem um sorriso forçado, um "oi, tudo bem?" e tratam de ir embora rapidinho. Não há demonstração do amor em Cristo, da irmandade na fé. Nem daqueles que se mostravam mais chegados.

Isto é hipocrisia cristã!

Sugiro a esses irmãos e a outros que tenham o mesmo comportamento, que façam uma leitura reflexiva da Primeira Epístola de João, capítulos 2,3 e 4.

"Filhinhos, não amemos de palavra, nem de lingua, mas de fato e de verdade" (1Jo 3:18).

sábado, 16 de janeiro de 2010

CORPORATIVISMO ECLESIÁSTICO

Definição de Corporativismo:
Corporativismo é uma atitude que se toma objetivando a defesa dos interesses ou privilégios de um determinado segmento da sociedade, em prejuízo do interesse da coletividade.
Distanciando-se do seu sentido original, o corporativismo recebeu um sentido pejorativo ao ser empregado pelas instituições associativas com o objetivo de proteger os direitos e privilégios de seus componentes ou associados.
Traduzindo em miúdos, é quando tudo acaba em "pizza", caindo no descrédito da população o órgão que exerceu o corporativismo.
Exemplos:
- O caso do Promotor de Justiça Thales. Apesar de ter cometido um homicídio, foi efetivado no cargo após votação em 16 votos a favor e 15 contra;
- As CPIs no Congresso em Brasília.
- O órgão fiscalizador do exercício da medicina, onde mais ocorre o corporativismo.

E o Corporativismo Eclesiástico?
É a mesma "pizza", que agora ocorre nas instituições religiosas.
Focando, por ora, apenas as igrejas. Infelizmente, muitas de nossas igrejas (falo aqui das evangélicas) exercem o corporativismo. Negligenciam o fato de que Deus ama a justiça e o direito (Sl 33:5; 1Jo 3:7).
Isto acontece com frequência em muitas de nossas igrejas, quando a reclamação é contra o pastor, especialmente o pastor presidente.
Muitos dos membros sabem que o pastor administra a igreja de forma errada, reprovável ética e legalmente; que tem atitudes incompatíveis com a de um líder eclesiástico, tais como o egoísmo, a ganância, o caixa 2, a centralização nele de toda decisão relacionada à igreja, desprezando a voz e o direito de opinião da igreja como um corpo. No entanto, esses membros se acomodam com a situação, por diversos motivos, compactuando com o erro. Produzindo grandes "pizzas".
Deixam, assim, de exercer a justiça exigida por Deus. E esses muitos contagiam outros tantos.

Quando um dos membros decide, legítima e ordeiradamente (como parte do corpo), pedir explicações e ou apresentar propostas que visam acrescentar, esse tal é visto como rebelde, agitador, então, é empurrado e ou expulso da igreja pelo pastor, que recebe o apoio da maioria.

É vergonhoso! Muitas igrejas estão igualando-se às instituições seculares, deixando prevalecer em seu meio, em seu relacionamento, a corrupção, o engodo, a injustiça, a mentira, a hipocrisia, o despotismo.

Amados irmãos em Cristo, vamos praticar a justiça, falar a verdade doa a quem doer.
"Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do malígno" (Mt 5:37).
"Fale cada um a verdade com o seu próximo" (Ef 4:25).

Encerro, por ora, esta explanação, citando a Terceira Epístola de João, versículos 9-12: "Escrevi alguma cousa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós plavras maliciosas. E, não satisfeito com estas cousas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja. Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus."

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O ungido do Senhor: questioná-lo ou não?

Sou crente no Senhor Jesus há mais de vinte anos. Freqüentei pequenas e grandes igrejas e em algumas ocupei cargos de liderança. Preguei sermões em diversas igrejas de denominações diversas. E o que discorro aqui o faço sem qualquer receio de equívoco.

Nos dias atuais, há um punhado de pastores no meio evangélico que têm se escondido atrás do título de "ungido" do Senhor. Não suportam ser contestados, não admitem divergências de opiniões.

Literalmente arrancam os cabelos (de tanto correr os dedos por entre eles energica e desesperadamente), esbravejam e até mesmo, pasmem, expulsam da respectiva igreja os divergentes caso não haja consenso de idéias.

Se acham prediletos do Senhor. Acreditam que em suas igrejas não há ninguém mais, além deles próprios, vocacionado por Deus para a mesma função ou ministério que o deles com a mesma capacidade, apesar de já terem lido alguma vêz a Espístola aos Efésios, capítulo 4:11, onde mostra a vocação divina no plural: "E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres."

Neste mesmo sentido, 1Co 12:28 - "A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas."

A escolha de Matias, constante do Livro de Atos 1:15-26; a instituição dos diáconos em Atos 6:1-5, e outras tantas ocorrências por todo o Nôvo Testamento, nos mostram a participação da igreja nas decisões a ela pertinentes, havendo evidentemente sugestões e opiniões diversas e o consenso final.

A liderança verdadeira, a autoridade e o respeito vêm da vontade de Deus sobre aquele que não vê um rebanho como marionetes.