Definição de Corporativismo:
Corporativismo é uma atitude que se toma objetivando a defesa dos interesses ou privilégios de um determinado segmento da sociedade, em prejuízo do interesse da coletividade.
Distanciando-se do seu sentido original, o corporativismo recebeu um sentido pejorativo ao ser empregado pelas instituições associativas com o objetivo de proteger os direitos e privilégios de seus componentes ou associados.
Traduzindo em miúdos, é quando tudo acaba em "pizza", caindo no descrédito da população o órgão que exerceu o corporativismo.
Exemplos:
- O caso do Promotor de Justiça Thales. Apesar de ter cometido um homicídio, foi efetivado no cargo após votação em 16 votos a favor e 15 contra;
- As CPIs no Congresso em Brasília.
- O órgão fiscalizador do exercício da medicina, onde mais ocorre o corporativismo.
E o Corporativismo Eclesiástico?
É a mesma "pizza", que agora ocorre nas instituições religiosas.
Focando, por ora, apenas as igrejas. Infelizmente, muitas de nossas igrejas (falo aqui das evangélicas) exercem o corporativismo. Negligenciam o fato de que Deus ama a justiça e o direito (Sl 33:5; 1Jo 3:7).
Isto acontece com frequência em muitas de nossas igrejas, quando a reclamação é contra o pastor, especialmente o pastor presidente.
Muitos dos membros sabem que o pastor administra a igreja de forma errada, reprovável ética e legalmente; que tem atitudes incompatíveis com a de um líder eclesiástico, tais como o egoísmo, a ganância, o caixa 2, a centralização nele de toda decisão relacionada à igreja, desprezando a voz e o direito de opinião da igreja como um corpo. No entanto, esses membros se acomodam com a situação, por diversos motivos, compactuando com o erro. Produzindo grandes "pizzas".
Deixam, assim, de exercer a justiça exigida por Deus. E esses muitos contagiam outros tantos.
Quando um dos membros decide, legítima e ordeiradamente (como parte do corpo), pedir explicações e ou apresentar propostas que visam acrescentar, esse tal é visto como rebelde, agitador, então, é empurrado e ou expulso da igreja pelo pastor, que recebe o apoio da maioria.
É vergonhoso! Muitas igrejas estão igualando-se às instituições seculares, deixando prevalecer em seu meio, em seu relacionamento, a corrupção, o engodo, a injustiça, a mentira, a hipocrisia, o despotismo.
Amados irmãos em Cristo, vamos praticar a justiça, falar a verdade doa a quem doer.
"Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do malígno" (Mt 5:37).
"Fale cada um a verdade com o seu próximo" (Ef 4:25).
Encerro, por ora, esta explanação, citando a Terceira Epístola de João, versículos 9-12: "Escrevi alguma cousa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós plavras maliciosas. E, não satisfeito com estas cousas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja. Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus."
Corporativismo é uma atitude que se toma objetivando a defesa dos interesses ou privilégios de um determinado segmento da sociedade, em prejuízo do interesse da coletividade.
Distanciando-se do seu sentido original, o corporativismo recebeu um sentido pejorativo ao ser empregado pelas instituições associativas com o objetivo de proteger os direitos e privilégios de seus componentes ou associados.
Traduzindo em miúdos, é quando tudo acaba em "pizza", caindo no descrédito da população o órgão que exerceu o corporativismo.
Exemplos:
- O caso do Promotor de Justiça Thales. Apesar de ter cometido um homicídio, foi efetivado no cargo após votação em 16 votos a favor e 15 contra;
- As CPIs no Congresso em Brasília.
- O órgão fiscalizador do exercício da medicina, onde mais ocorre o corporativismo.
E o Corporativismo Eclesiástico?
É a mesma "pizza", que agora ocorre nas instituições religiosas.
Focando, por ora, apenas as igrejas. Infelizmente, muitas de nossas igrejas (falo aqui das evangélicas) exercem o corporativismo. Negligenciam o fato de que Deus ama a justiça e o direito (Sl 33:5; 1Jo 3:7).
Isto acontece com frequência em muitas de nossas igrejas, quando a reclamação é contra o pastor, especialmente o pastor presidente.
Muitos dos membros sabem que o pastor administra a igreja de forma errada, reprovável ética e legalmente; que tem atitudes incompatíveis com a de um líder eclesiástico, tais como o egoísmo, a ganância, o caixa 2, a centralização nele de toda decisão relacionada à igreja, desprezando a voz e o direito de opinião da igreja como um corpo. No entanto, esses membros se acomodam com a situação, por diversos motivos, compactuando com o erro. Produzindo grandes "pizzas".
Deixam, assim, de exercer a justiça exigida por Deus. E esses muitos contagiam outros tantos.
Quando um dos membros decide, legítima e ordeiradamente (como parte do corpo), pedir explicações e ou apresentar propostas que visam acrescentar, esse tal é visto como rebelde, agitador, então, é empurrado e ou expulso da igreja pelo pastor, que recebe o apoio da maioria.
É vergonhoso! Muitas igrejas estão igualando-se às instituições seculares, deixando prevalecer em seu meio, em seu relacionamento, a corrupção, o engodo, a injustiça, a mentira, a hipocrisia, o despotismo.
Amados irmãos em Cristo, vamos praticar a justiça, falar a verdade doa a quem doer.
"Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do malígno" (Mt 5:37).
"Fale cada um a verdade com o seu próximo" (Ef 4:25).
Encerro, por ora, esta explanação, citando a Terceira Epístola de João, versículos 9-12: "Escrevi alguma cousa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós plavras maliciosas. E, não satisfeito com estas cousas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja. Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus."
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