A Bíblia nos ensina que a igreja é um corpo cuja cabeça é Cristo. Somos todos membros do corpo de Cristo. "De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam" (1Co 12:26).
Os crentes não podem ver na igreja uma conduta reprovável, imoral e ficarem indiferentes ou omissos porque, essa atitude os torna cúmplices, coniventes com o pecado e sujeitos às consequências do ato negativo. Sim, porque, se houver contendas e imoralidades, principalmente no púlpito, a igreja se torna fraca, sem forças espiritais para combater o mau. Deixa de obter bênçãos, talvez tenha algumas migalhas isoladamente. "Tens nome de que vives e estás morto" (Apocalípse 3:1).
É lamentável quando a Igreja admite uma atitude que é condenável até mesmo entre os descrentes pecadores. Na igreja de Corinto os irmãos não levavam uma vida santificada. Em 1Co 5:1 constata-se que "Geralmente, se houve que há entre vós imoralidade e imoralidade tal, como nem mesmo entre os gentios". A notoriedade do pecado apontado nesta passagem, tornava a situação mais grave ainda. Por ser do conhecimento de todos a imoralidade ocorrida na igreja, o comentário era geral.
É evidente que Paulo se decepcionou com a pecaminosidade ali notória, porém, mais lamentável foi a postura da igreja para com os pecadores. A igreja não disciplinando os transgressores, ficava, todos os membros, como cúmplices do pecado e sujeitos, todos eles, à determinadas consequências. Fosse no Antigo Testamento e a pena para tal pecado seria a morte. Paulo orientou a igreja a excluir o autor da imoralidade. É o que se observa na narrativa de 1Co 5:1-5. Também sobre disciplina na igreja, 2Co 2:5-8.
O crente não pode ficar omisso diante de uma atitude condenável, "Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes...Portanto, não sejais participantes com eles...E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as" (Efésios 5:3, 4, 7, 11).
Os crentes não podem ver na igreja uma conduta reprovável, imoral e ficarem indiferentes ou omissos porque, essa atitude os torna cúmplices, coniventes com o pecado e sujeitos às consequências do ato negativo. Sim, porque, se houver contendas e imoralidades, principalmente no púlpito, a igreja se torna fraca, sem forças espiritais para combater o mau. Deixa de obter bênçãos, talvez tenha algumas migalhas isoladamente. "Tens nome de que vives e estás morto" (Apocalípse 3:1).
É lamentável quando a Igreja admite uma atitude que é condenável até mesmo entre os descrentes pecadores. Na igreja de Corinto os irmãos não levavam uma vida santificada. Em 1Co 5:1 constata-se que "Geralmente, se houve que há entre vós imoralidade e imoralidade tal, como nem mesmo entre os gentios". A notoriedade do pecado apontado nesta passagem, tornava a situação mais grave ainda. Por ser do conhecimento de todos a imoralidade ocorrida na igreja, o comentário era geral.
É evidente que Paulo se decepcionou com a pecaminosidade ali notória, porém, mais lamentável foi a postura da igreja para com os pecadores. A igreja não disciplinando os transgressores, ficava, todos os membros, como cúmplices do pecado e sujeitos, todos eles, à determinadas consequências. Fosse no Antigo Testamento e a pena para tal pecado seria a morte. Paulo orientou a igreja a excluir o autor da imoralidade. É o que se observa na narrativa de 1Co 5:1-5. Também sobre disciplina na igreja, 2Co 2:5-8.
O crente não pode ficar omisso diante de uma atitude condenável, "Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes...Portanto, não sejais participantes com eles...E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as" (Efésios 5:3, 4, 7, 11).
Nenhum comentário:
Postar um comentário