terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

CORPORATIVISMO ECLESIÁSTICO 2

No artigo anterior sobre corporativismo eclesiástico, ficou claro que corporativismo é uma atitude que se toma objetivando a defesa dos interesses ou privilégios de um determinado segmento da sociedade, em prejuízo do interesse da coletividade.
Que, traduzindo em miúdos, é quando tudo acaba em "pizza", caindo no descrédito da população o órgão que exerceu o corporativismo.
Ficou claro também que, o Corporativismo Eclesiástico é a mesma "pizza", que agora ocorre nas instituições religiosas.

Todavia, parece que, atualmente, alguns seguimentos da sociedade decidiram "mover as águas", isto é, mudar, limpar a imagem diante da sociedade. É o caso da prisão do Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Para este, por enquanto, parece não haver "pizza", mas apenas "quentinha".
Outro exemplo de combate ao corporativismo, é o pedido de cassação do mandato do Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

São estes exemplos que devem ser seguidos por outros seguimentos, em especial por intituições religiosas que estão praticando o corporativismo, o que, para estas, tal atitude é muito mais vergonhosa, desonrosa. Estas, sim, muito mais que as outras categorias, devem "mover as águas", limpando sua imagem perante a sociedade.
Miquéias 6:8 - "Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus".
Efésios 4:25 - "Fale cada um a verdade com o seu próximo".
Salmos 33:5 - "Ele ama a justiça e o direito".


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